O destaque para Rafael Fonteles (PT), do Piauí, e João Azevedo (PSB), da Paraíba. Wilson Lima (União Brasil), do Amazonas, tem a maior taxa de desaprovação.
Na estimativa de Márcia Cavallari, CEO do Ipec, há cerca de 8 milhões de votos em aberto, que podem ir para Lula ou Bolsonaro.
Com base em pesquisa qualitativa, a equipe de Lula concluiu que a rejeição do presidente aumentou ainda mais após o debate
O levantamento também mostrou que a polarização entre Lula e Bolsonaro inviabiliza uma alternativa pela terceira via
O levantamento da Genial/Quaest registra que a avaliação negativa do presidente subiu cinco pontos desde setembro, quando estava em 48%. Em agosto, a avaliação negativa era de 45%
A Folha de S.Paulo pesquisou as oito eleições anteriores ocorridas desde a redemocratização e chegou à conclusão de que o atual presidente entra na disputa de 2022 com a maior carga eleitoral negativa da história
Em seu pior momento, Bolsonaro é rejeitado por 55% dos entrevistados, o governo é desaprovado por 64% e 51% apoia o impeachment
Reprovação aumentou continuamente de 40% para 53%, desde janeiro; aprovação caiu de 31% para 22%, no período, com perdas maiores na base de apoio evangélica e na classe média.
Segundo pesquisa PoderData, a rejeição a Bolsonaro subiu de 41% para 48% entre os que avaliam seu trabalho ruim ou péssimo
Números são próximos ao pior momento do governo, mas maioria ainda não quer impeachment do presidente.
A pesquisa, divulgada nesta quarta-feira (18), também questionou a avaliação do governador João Doria (PSDB) e do prefeito Bruno Covas (PSDB), que disputa o segundo turno das eleições municipais com Guilherme Boulos (PSOL)
Veja como está a intenção de votos, rejeição e conhecimento sobre os candidatos dessas capitais, segundo o Datafolha.