A deputada federal Jô Moraes expressou a solidariedade da bancada do PCdoB ao povo e ao governo iraniano vitimas de atentados terroristas que atingirem o parlamentar e o mausoléu do fundador da Republica. Para ela “os grupos terroristas, em qualquer lugar, são os principais inimigos da liberdade, da paz e da soberania dos povos”. Jô Moraes acredita que “a Republica do Irã e seu povo milenar terão coragem de enfrentar esse duro momento e reconstruir e ser baluarte da paz no Oriente Médio”.
Sadiq Khan afirma não ter tempo para responder ao presidente dos EUA depois dos atentados recentes na sua cidade.
Ao menos 12 pessoas foram mortas em dois atentados terroristas realizados nesta quarta-feira (7) em Teerã, capital do Irã.
O responsável pelo ataque terrorista na cidade de Manchester, no noroeste da Inglaterra, foi identificado como Salman Abedi, um jovem de 22 anos que teria detonado um colete explosivo.
Na tarde desta quarta-feira (22), um motorista avançou com carro contra pedestres na ponte de Westminster e em seguida, a pé, esfaqueou um policial nas imediações do Parlamento britânico. O ataque acontece um ano depois de ataque terrorista realizado na Bélgica e deixou 5 mortos e dezenas de feridos.
A Polícia Metropolitana de Londres isolou as imediações da sede do Parlamento do Reino Unido, no centro da capital britânica, após um ataque tido como "atentado terrorista".
A empresa franco-suíça Lafarge Holcim, especializada em construção, admitiu nesta quinta-feira (2) ter entregue dinheiro de forma ''inaceitável'' a terroristas na Síria, entre os quais poderia figurar o Estado Islâmico, com a finalidade de manter uma fábrica em funcionamento.
Mohammad Javad Zarif, chanceler iraniano, acusou os EUA e seus parceiros de armar grupos terroristas, inclusive o Estado Islâmico (Daesh).
O atentado terrorista de Berlim saiu já das primeiras páginas dos jornais e das aberturas dos telejornais, deixou espaço para a tragédia de Istambul, que também já vai esmorecendo, provavelmente à espera de novo drama porque tal é muito provável no ano que o sempre fiável presidente Hollande decretou como sendo "o da vitória total na guerra contra o terrorismo".
“Massacre de Berlim, por que o terrorista deixou seus documentos” – pergunta o “Corriere della Sera”, falando de “esquisitices”. Para obter a resposta basta dar uma olhada no passado recente, mas disso não há mais memória. Foi reescrita pelo “Ministério da Verdade” que – imaginado por George Orwell no seu romance de ficção política “1984”, crítico do “totalitarismo stalinista” – tornou-se realidade nas “democracias ocidentais”.
Por Manlio Dinucci*
Capturado em novembro, "número um do EI" na Alemanha mantinha rede extremista em nível nacional. Nome dele aparece repetidamente em conexão com atos terroristas, inclusive contra o mercado de Natal em Berlim.
Os atentados terroristas ocorridos, nesta última segunda-feira (19), na Turquia e Alemanha geraram uma onde de condenação internacional, provocando uma nova ponderação sobre a necessidade da cooperação internacional no combate ao terrorismo.