Mais um jornalista deixa a Globo News, com críticas ao facciosismo do canal. Primeiro foi Mariana Godoy, apresentadora do Jornal das Dez, em outubro do ano passado. Agora, Sidney Rezende. Mariana demitiu-se por não mais suportar ser uma espécie de papagaio dos dirigentes da emissora, que forçavam um jornalismo tendencioso. Já Sidney foi demitido após publicar, em seu perfil no Facebook, um artigo reprovando a conduta da mídia brasileira.
Soube que o biógrafo e historiador Osvaldo Bertolino está concluindo livro sobre a vida e a luta do dirigente comunista Vital Nolasco.
O ataque de um grupelho fascista ao ex-senador Eduardo Suplicy e ao prefeito Fernando Haddad, em São Paulo, trouxe-me de volta a dramática questão da classe média e, sobre esta classe, a já notória frase de Marilena Chauí de que ela “é uma abominação política, porque é fascista, é uma abominação ética porque é violenta, e é uma abominação cognitiva porque é ignorante”.
No terceiro texto da série “Memórias da saga comunista”, apresento, na íntegra, o perfil do atual ministro da Defesa, Aldo Rebelo, extraído do livro “Vida, veredas: paixão”, que produzi para a Fundação Maurício Grabois, em 2012.
Na coluna desta quarta-feira, 20, retiro do livro “Vidas, veredas: paixão”, que produzi para a Fundação Maurício Grabois, em 2012, o relato da tentativa de resistência ao golpe de 1964 na Bahia, que teve a participação destacada de dois dos atuais dirigentes nacionais do PCdoB: Haroldo Lima e Péricles de Souza, então membros da organização revolucionária Ação Popular. A iniciativa foi séria, mas teve lá seus momentos hilários. A conferir.
Não preciso repetir aqui – por suficientemente sabida – a natureza da crise econômica, tampouco da ainda mais grave crise política que assola o país. Decorrente da inconformidade da direita com os resultados das eleições presidenciais de outubro do ano passado, e da verdadeira guerra movida desde então contra a presidente Dilma Rousseff, a crise política compromete seriamente a governabilidade. E, sem esta, difícil sair da adversidade econômica, vencer o ajuste fiscal e retomar o crescimento.
Entre 2011 e 2012 produzi, para a Fundação Maurício Grabois, o livro “Vidas, veredas: paixão”, publicado pela editora Anita Garibaldi. Trata-se de uma coletânea de perfis de revolucionários então com mais de 30 anos de militância no PCdoB, incluindo histórias políticas e pessoais, algumas hilárias, pitorescas, outras dramática e até mesmo trágicas, todas elas compondo um rico mosaico de vivências e lutas e dos comunistas em favor do Brasil e do povo brasileiro.
O que está em jogo, na atual crise política brasileira, não é apenas a sorte do governo, do principal partido que o sustenta ou desta ou daquela liderança. Está em jogo a própria democracia.
Há pouco mais de 15 dias – em 28 de agosto – a estudante de Direito Emannuele Thomaziello, a Manu, presidente do DCE do Centro Universitário Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), em São Paulo, teria usado uma faca para furar o balão de 12 metros de altura ofensivo ao ex-presidente Lula.
Há exatos 46 anos – em dois de setembro de 1969 – o mundo perdia um dos seus mais emblemáticos filhos, o líder histórico do povo vietnamita Ho Chi Minh. Aos 79 anos, o velho revolucionário não resistiu às complicações da tuberculose adquirida ainda aos 24 anos e ao desgaste provocado por décadas de lutas ásperas e contínuas.
Os dias 24 e 25 de agosto nos lembram dois acontecimentos dramáticos da história política brasileira: o suicídio de Getúlio Vargas, na manhã de 24 de agosto de 1954, e a renúncia de Jânio Quadros, em 25 de agosto de 1961. Não vai aqui a intenção de examinar mais amplamente ambos os fatos, algo que deve estar ocorrendo na mídia e na blogosfera por esses dias, mas tão somente de chamar a atenção para um fenômeno que envolveu tanto a morte de Vargas, quanto à eleição de Jânio.
Quando soube da prisão do ex-ministro José Dirceu pela operação Lava Jato, na manhã da última segunda-feira, 3, de pronto me indaguei: “Mas ele não estava preso?”. Estava, sim, em prisão domiciliar, concluindo a pena que lhe foi imputada por conta do que a mídia convencionou chamar de “mensalão”.