O ex-ajudante de Bolsonaro, que foi preso pelo envolvimento na falsificação do cartão de vacina do ex-presidente, terá que cumprir medidas cautelares como uso de tornozeleira
Como precisa do aval do Supremo Tribunal Federal (STF), o militar esteve nesta quarta-feira (6) no gabinete do ministro Alexandre de Moraes para tratar sobre o assunto
De acordo com a GloboNews, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro também avança para fazer um mesmo acordo com a Polícia Federal (PF)
Justiça homologa a delação premiada de dois ex-executivos da varejista que teve a contabilidade fraudada
Reportagem do UOL tem acesso à delação de Marcus Vinícius Azevedo da Silva que diz que Castro recebeu recursos desviados enquanto foi vereador e vice-governador.
Um possível acordo poderia remover Netanyahu do cenário político israelense por anos, de acordo com relatos da mídia.
Deputados usaram suas redes sociais para comentar notícia de acordo de delação premiada do ex-assessor de Flávio Bolsonaro.
Além de pedir para cumprir prisão domiciliar, Queiroz teria pedido garantias de proteção para sua esposa e filhas para revelar o que sabe
Fontes envolvidas na investigação teriam dito que a maior preocupação de Queiroz é com a família. Ele também teria pedido para cumprir prisão domiciliar.
A peça central da delação premiada do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci não existe. O contrato que ele disse ter sido feito com a empreiteira Camargo Correa para “comprar” uma decisão do Superior Tribunal de Justiça, na verdade, era com outra empresa: o Grupo Pão de Açúcar.
O julgamento da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que nesta terça-feira (19) absolveu a senadora e presidenta do PT Gleisi Hoffmann (PR), o ex-ministro Paulo Bernardo e o empresário Ernesto Kugler foi importante para a Justiça, para a democracia e para o Estado de direito. “É importante ressaltar que os ministros afastaram, por unanimidade, a acusação de corrupção. A decisão fez uma distinção muito clara entre corrupção e eventual caixa 2.
Em sessão plenária nesta quarta-feira (20), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a Polícia Federal pode negociar e firmar acordos de delação premiada, mas os ministros apresentaram diferentes limites para a atuação, o que vai levar a uma nova discussão para estabelecer o chamado "voto médio" para definir as regras.