Recursos destinados à proteção social, transferência de renda e agricultura familiar ajudam o país a reduzir a fome e ampliar o acesso à alimentação.
Dados do MDS mostram que queda histórica da insegurança alimentar grave reflete a retomada de políticas públicas como Bolsa Família, Pnae e Plano Brasil Sem Fome
Dados nacionais mostram que 60% dos adultos vivem um ano de pobreza e 75% enfrentam vulnerabilidade econômica ao longo da vida, quadro agravado por custos de saúde e suspensão de benefícios
Expansão do Sisan fortalece políticas públicas para erradicação da fome no Brasil, que já tirou 24 milhões do mapa da insegurança alimentar
Escassez de galinhas elevam o preço dos ovos em até 50%, e tarifas de importação desafiam as promessas de redução de custos feitas durante a campanha eleitoral.
Para Jorge Meza, da FAO/ONU, avanços obtidos recentemente podem levar à superação da fome em breve: “Brasil pode contribuir para o desenvolvimento de outros países”.
Em 2022, Brasil tinha 33 milhões de brasileiros nessa situação; hoje, são 8,7 milhões. Políticas de combate à fome e à miséria, mais emprego e renda explicam avanço
No Nordeste, 57% das mulheres negras chefes de família passam por essa situação. Além da renda, pesam a falta de uma rede de apoio e a distância
Governo de Israel pede que Corte Internacional de Justiça pare de emitir ordens para a entrada de ajuda humanitária em Gaza; relatório IPC indica que fome pode atingir 1,1 milhão
Primeiro ano de governo Lula possibilitou que contigente nesta situação, que era de 33 milhões de pessoas em 2022, caísse para 20 milhões, segundo o Instituto Fome Zero
Ação da Cidadania distribui 2 mil toneladas de alimentos em todo o país, priorizando crianças em meio ao alarmante aumento da fome: 33 milhões sofrem, 125,2 milhões em insegurança
Número corresponde a 6,5% da população dessa região, segundo a ONU. Naquele ano, Brasil tinha mais de 21 milhões com fome, situação que vem sendo enfrentada pelo atual governo