De acordo com o Poder 360, atos vêm na esteira das críticas da ativista Greta Thunberg, que classificou a COP26 como “fracasso”.
Militantes foram às ruas neste sábado (2) com faixas, cartazes e gritos de ordem na jornada de lutas com o lema pedindo o impeachment de Bolsonaro, mas também com bandeiras contra as privatizações do patrimônio do Brasil, o aumento da energia, do gás de cozinha, por mais vacinas contra a Covid-19 e pela geração de empregos.
Além da boataria, sites governamentais estão sob ataque cracker. Redes sociais com sede nos EUA são os veículos da desinformação
“Nas condições atuais, para causar o mínimo de transtorno no cuidado de pacientes, tivemos que proteger mais circuitos de geração de energia. Foram protegidos mais circuitos do que prevíamos, portanto há mais circuitos que não podem ser desligados”, destacou o presidente cubano Diaz-Canel.
Apesar de terem sido convocadas com prazo curto para mobilização, as manifestações do dia 3 de Junho levaram milhares às ruas, o que, somado às denúncias da CPI da Covid e às novas provas de envolvimento de Bolsonaro no esquema das rachadinhas, aperta o cerco ao Presidente da República
“Os brasileiros estão irritados com a lentidão com que seu governo se moveu para adquirir vacinas contra o coronavírus. Agora eles estão furiosos com um escândalo de corrupção envolvendo acordos de vacinas”, diz o New York Times
O francês Le Monde destacou os atos em várias cidades brasileiras, reportando que as novas manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro é porque ele “é mais perigoso que o vírus”
“Voltaram a matar em Yumbo. O governo dialoga de dia e mata de noite”, denunciou o senador Gustavo Petro, líder […]
Abusos policiais apenas incentivam mais a revolta popular contra a fome e a covid-19, e uma reforma tributária para proteger ricos e punir os trabalhadores.
Governo de extrema-direita da Colômbia propõe reforma tributária que mantém privilégios para empresariado e taxa bens básicos, renda da classe média, serviços funerários e trabalhadores informais
Rafael Villa diz que o Paraguai é um dos países mais pobres da América Latina e enfrenta problemas não só no combate à pandemia como também se vê às voltas com uma crise política
Pressão para que Mario Abdo Benitez segue forte mesmo após trocas no governo