A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Luciano Rezende

Luciano Rezende Moreira Professor. Membro do Comitê Central do PCdoB.
A morte do cachorro de Dilma e a Estratégia da Distração

Recordo-me como se fosse hoje. O primeiro operário era eleito presidente da República, representando amplos setores da esquerda e dos movimentos sociais, com enorme repercussão na mídia internacional e a discussão promovida pela imprensa privada brasileira era o plantio de flores vermelhas no jardim do Palácio da Alvorada, em alusão ao PT, cultivadas supostamente a pedido de Marisa Letícia.

Bolsa Família e a teoria motivacional de Temer

Recebo pelo WhatsApp uma daquelas mensagens que instantaneamente nos leva à reflexão.

O que não fizeram os fardados, fizeram os togados

“Quod non Fecerunt Barbari Fecerunt Barberini” (O que não fizeram os bárbaros fizeram os Barberini).

 Quando o dinheiro não cabe em uma cueca

 Já se passaram 12 anos desde que um assessor de um deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) foi pego com cerca de cem mil dólares na cueca ao tentar embarcar em um aeroporto. E ainda hoje todos se lembram.

Não basta ir às ruas

Há um sentimento quase irrefreável que impele amplos setores da esquerda brasileira a exigir a volta do povão às ruas como se ele tivesse de fato saído de casa na última década.

“Não se afobe não que nada é pra já”

“Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio”
Futuros Amantes. Chico Buarque.

O papel da “aristocracia operária” no Golpe em curso

Por uma destas contradições típicas de uma sociedade de classes como a nossa, em uma economia diversificada e com o mundo do trabalho apresentando dinâmicas cada vez mais complexas e difusas, couberam aos governos Lula e Dilma, mais que quaisquer outros governos, impulsionar o protagonismo político da “aristocracia operária” a um patamar inédito na história de nosso país.

O que a UNE nos tem a ensinar sobre Frente Ampla?

"Eu acredito é na rapaziada. Que segue em frente e segura o rojão. Eu ponho fé é na fé da moçada. Que não foge da fera, enfrenta o leão". Gonzaguinha.

A segunda morte de Tancredo

“União nacional, diálogo, entendimento, conciliação, trégua são nomes de um estado de espírito que está se formando na comunidade nacional.”

“De Norte a Sul do Brasil, estou pregando, em praça pública, a unidade nacional. Prego a concórdia, a construção do futuro, e não me prendo aos pesadelos do passado.”
Tancredo Neves.

E se fôssemos todos Sergio Moro?

Ao me deparar com um cartaz esmeradamente confeccionado e exposto na Savassi (bairro nobre de Belo Horizonte) afirmando que “Somos todos Sérgio Moro” fiquei a imaginar o que significaria adotar esse estilo de vida (e de justiça).

Quem são (ou foram) os vândalos em Brasília?

“Todo jornal que eu leio
Me diz que a gente já era
Que já não é mais primavera
Oh baby, oh ba…by
A gente ainda nem começou”
Raul Seixas (Cachorro Urubu).

Fidel: “Na universidade me fiz revolucionário”

Fidel foi Fidel. Não há como compará-lo a Camilo, Che, Raúl ou qualquer outro revolucionário de Cuba ou do mundo. Nem mais, nem menos, apenas Fidel.

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