Decisão do ministro proíbe aplicação automática de ordens estrangeiras no Brasil; bancos ficam em encruzilhada entre sanções dos EUA e punições do Supremo
Trump ignorou apelos europeus por cessar-fogo, alinhou-se a Moscou e deixou claro que a Ucrânia não tem autonomia nas negociações sobre o fim da guerra
Publicação da embaixada americana acusou Moraes de “perseguição” a Bolsonaro e ameaçou punir aliados do ministro; governo brasileiro vê ingerência e ataque à soberania
Governo inicia processo contra taxas de 50% a produtos brasileiros, imposta por Trump com apoio da família Bolsonaro. Ação é vista como gesto geopolítico e afirmação da soberania nacional
O jurista Evandro Carvalho analisa os impactos da ofensiva norte-americana contra o Brasil, o papel dos BRICS e as alianças da extrema direita global que desafiam os interesses nacionais.
Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês critica unilateralismo de Washington e afirma que Pequim está pronta para ampliar cooperação com o Brasil e países do BRICS
Itamaraty afirma que adesão à aliança feita por Bolsonaro foi apressada e vê incompatibilidade com princípios do direito internacional. Decisão ocorre em meio a crescente pressão global sobre Israel por violações em Gaza
Equipe econômica conclui estudo técnico e articula resposta diplomática e comercial antes da entrada em vigor da sobretaxa de 50% dos EUA. Haddad afirma que Brasil quer “debate técnico”, mas encontra silêncio da Casa Branca.
Levantamento Ipsos-Ipec revela que maioria vê conflitos internacionais como ameaça à economia e às relações diplomáticas do Brasil. População tem baixo nível de informação sobre o tema
Revogação de vistos a ministros do Supremo mostra que Trump exporta bolsonarismo e amplia crise diplomática; enquanto Corte reage em bloco, Fux vota contra tornozeleira
Diplomacia brasileira reage à nota da embaixada dos EUA em apoio a Jair Bolsonaro, e governo Lula reforça: a defesa da democracia é assunto do povo brasileiro
Ao proibir atletas como o mesa-tenista, a burocracia migratória cada vez mais arbitrária do país ameaça a realização de eventos como a Copa do Mundo de 2026 ou a agenda da ONU sediada em Nova York