A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Joan Edesson de Oliveira

Educador, Mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará.
Os recuos autoritários de Bolsonaro

Desde a posse, os recuos têm sido uma constante, mas Bolsonaro nunca volta para o lugar de antes.

O Brasil entre dois vírus

A pandemia, no Brasil, é agravada por outro vírus, o vírus do bolsonarismo.

Adeus, Buonicore!

Ficamos nós, com a tarefa de emergir da dor e de dar continuidade a sua luta, a luta de toda uma vida.

 Paraíba do Norte, Maranhão

Alguns poucos que me leem por aqui perguntam a razão do meu sumiço, os motivos do meu silêncio. Desconverso, alego o pouco tempo, o trabalho muito, a correria de cidade em cidade, a vida cobrando o seu tributo pesado.

O triunfo da imbecilidade

 Nos últimos dias assistimos ao recrudescimento dos ataques ao conhecimento em nosso país. Já não são mais apenas os meninos barulhentos que pediam “mais Mises e menos Marx” sem, provavelmente, jamais ter lido uma página sequer de qualquer um dos dois.

Unidade e amplitude contra o fascismo

Na última quarta-feira, dia 24 de abril, Manuela D’Ávila lançou o seu “Revolução Laura” na Casa do Maranhão, em São Luís. De passagem por ali, a trabalho, e tendo perdido o lançamento em Fortaleza, não podia deixar passar a oportunidade de ouvi-la e, de quebra, rever e abraçar camaradas e amigos maranhenses.

Oitenta tiros

É possível medir a dor?

 Os justiceiros substituem a justiça

"A sanha justiceira não respeita sequer o espírito de corpo".

 O preço do ódio

Suzano nos incomoda. A morte do outro deve sempre nos incomodar, especialmente quando se trata de jovens, de crianças, cujo ciclo ainda estava longe de se completar. Quando a morte é bárbara como agora, nosso incômodo é maior. Ficamos tentando entender aquilo que parece inexplicável.

Uma tragédia nacional

Até podemos rir das trapalhadas desse governo, da burrice escoiceante de parte dos seus ministros, das idiotices da Damares, da ignorância orgulhosa e olaviana de Araújo, ou da mistura de patetas com metralhas que são os filhos presidenciais (esses são os verdadeiros petralhas)?

  Um Jesuscristinho sertanejo

Por volta do final de novembro até o início de dezembro nós começávamos os preparativos. Numa caixa de madeira ou num balde colocávamos a terra, molhávamos bem e plantávamos o arroz. Era a primeira tarefa, a fase preparatória para construirmos a nossa lapinha.

Geraldinos e arquibaldos

Há quem imagine que estamos disputando partida oficial de campeonato, em moderna “arena”, como deram agora de chamar os estádios, com juiz e bandeirinha do primeiro escalão da federação e auxílio do árbitro de vídeo. Há quem imagine que as regras do jogo estão sendo respeitadas, tudo bonitinho, nos trinques, nos conformes.

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